Paisagem de Janela

Mulheres negras compartilham memórias e desejos de felicidade

Amor

Para a medicina, o sentimento começa no cérebro, quando os neurônios liberam a dopamina, aquele hormônio que deixa as pernas bambas e enche de borboletas o estômago. A gente aprende por quem deve se apaixonar. A seguir, elas revelam as particularidades de sentir, viver e buscar o amor sob a ótica racial. Hoje sei que o branco e o negro podem cometer os mesmos erros. Os brancos, porém, costumam falar mais essas coisas.

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Colunistas

Passei a enxergar isso por volta de 13, 14 anos, quando a pessoal se interessa pelos meninos. Todo universo tinha um parzinho, menos eu. Identificava que tinha uma estética diferente daquela que na escola era importante, quanto o cabelo liso, por exemplo. Enfim, essas coisas que, depois de crescido, a gente aprende a relevar. O meu papel, naquela época, era o da amiga que faz a ponte para as outras ficarem na festinha. Os homens mais velhos me notavam mais. Acredito que sempre despertei o apetite sexual deles. É isso que pega na autoestima.

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Desejei muito a chegada dele, fiquei ansiosa e contei para todos da imitadores. Nos tornamos grandes parceiros de viver. A felicidade mora nessa possibilidade de viver do modo que seu espírito sonha, é estar em consonância com o seu propósito, ainda que haja altos e baixos. Ele foi a chave para me libertar da erro, que vem menos de um plaga da subjetividade e mais de algo social. Estar viva com dignidade é o sonho mais lindo dos nossos ancestrais, que batalharam por isso. Temos uma espécie de dívida com eles em cultivarmos essa felicidade.

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