Paisagem de Janela

Colonialidade e gênero por María Lugones

Desejo

Um dos objetivos do livro é responder às teses racistas que vigoravam nos anos 20 e 30 no mundo. Nesta época, muitos defendiam que existiam raças humanas superiores e inferiores; e o cruzamento entre elas resultaria num povo degenerado e incapaz. Portanto, a mestiçagem é negativa, segundo estas teorias. Sociedade brasileira x sociedade americana Freyre deseja provar que a sociedade brasileira é superior, no aspecto racial, à americana. Precisamos lembrar que Freyre foi educado em colégios americanos no Recife, cursou a universidade nos Estados Unidos e ali morou por dez anos. O meio e as circunstâncias exigiriam o escravo… Para alguns publicistas foi um erro enorme escravizar o negro.

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Também quero fornecer uma forma de entender, ler e perceber nossa lealdade para com esse sistema de gênero. Ele aceita o entendimento capitalista, eurocêntrico e global sobre o gênero. Para iniciar a entender o alcance da colonialidade do poder é importante frisar que o trabalho assalariado sempre foi reservado, quase exclusivamente, para os europeus bancos. Aqui, vemos a colonialidade do trabalho como um cuidadoso entrecruzamento de trabalho e raça. Essa forma de consciência é eurocêntrica.

Principais ideias de Casa-Grande e Senzala

Para a medicina, o sentimento começa no cérebro, quando os neurônios liberam a dopamina, aquele hormônio que deixa as pernas bambas e enche de borboletas o estômago. A gente aprende por quem deve se apaixonar. A tomar, elas revelam as particularidades de sentir, viver e buscar o amor sob a ótica racial. Hoje sei que o branco e o negro podem cometer os mesmos erros. Os brancos, porém, costumam falar mais essas coisas.